Responder a partir da quietude

  • Responder aos emails
  • Responder às chamadas e SMS’s
  • Responder aos prazos que têm de ser cumpridos
  • Responder à publicidade, comprando o que ela nos pede para adquirir
  • Respondendo aos comentários da nossa rede de “amigos”
  • Responder às necessidades de familiares, amigos, conhecidos e desconhecidos
  • Responder ao que esperam de nós – sem que frequentemente façamos a mínima ideia de como vamos responder

Criar espaço e tempo diário para a prática do Chi Kung, ou para o Cultivo da Quietude, sobre as mais variadas formas, não significa deixar de responder.

Significa que existe uma escolha, de onde essa resposta pode surgir:

Do exterior, do tornado, onde a respostas geram mais respostas até à (sua) exaustão, ou então do (seu) centro, onde a quietude mostra que não é tanto a quantidade e rapidez das respostas que é importante, mas a qualidade que coloca em cada uma delas que pode fazer a diferença.

O dia, pode transformar-se assim num acto criativo, um acto de separar o essencial do acessório.

Passa a ser um dia de acções que expressam a sua identidade, em vez de reacções aparentemente activas e dinâmicas, mas que expressam a passividade e incapacidade de escolha.

A prática da Quietude, deixa de ser um momento aparentemente passivo e improdutivo, onde nesse período de tempo  mais respostas poderiam estar a ser produzidas e mais movimento poderia estar a ser adicionado ao já existente.

Este tempo passa a ser, de si para si, a autorização e afirmação diária de que é no centro do tornado que deseja estar.

É independentemente da circunstâncias, ter a capacidade de parar, sentir os pés no chão, respirar fundo e sorrir.

Boas práticas.

Desde 1998 que abracei o estudo da quietude e do movimento sem esforço.